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Para aqueles que apreciam um bom “causo”:

a) Certidão lançada por um oficial de Justiça, em Passo Fundo, após efetuar uma penhora: “Penhorei uma mesa de comer velha de quatro pés"; (Fonte: fojebra.org)

b) Informação de oficial de Justiça, não tendo encontrado o réu: "O mutuário foi para São Paulo melhorar de vida. Quando voltar, vai liquidar com o Banco".
(Fonte: fojebra.org)

c) Descrição da penhora feita por um oficial de Justiça de Porto Alegre: "... um crucifixo, em madeira, estilo colonial, marca INRI – sem número de série..."
(Fonte: fojebra.org)

Fui intimar um cidadão e cheguei em sua casa no exato momento em que ocorria o seu velório. Já cheguei também quando a família vinha da missa de sétimo dia de um outro. Deixei de fazer a remoção de um bem (um chevette 76, ou melhor, o que restava dele), a mando da Justiça Volante, pois encontrei, na ocasião, o executado caindo de bêbado, e quis evitar maiores embaraços. Ao retornar para concluir a diligência, na semana seguinte, também encontrei o cidadão sendo velado. O mais engraçado é que, daquela feita, fiz a remoção do bem, e o exequente não quis receber o veículo, assim que constatou que as dívidas acumuladas do IPVA eram o triplo do valor de avaliação do mesmo. O carro ficou ali mesmo, em frente à casa do defunto, e não sei qual o destino que tomou. (Fonte: www.aojes.org.br)

Já tive que acionar o SAMU para socorrer uma senhora que enfartou no exato momento em que a intimava. (Fonte: www.aojes.org.br)

Num mandado de plantão, cheguei a uma residência para intimar uma senhora que havia morrido há exatamente um ano atrás, e precipitei uma crise copiosa de choro no viúvo que me recebera, que acabei tendo que consolar. (Fonte: www.aojes.org.br)

Já protelei o cumprimento de um mandado de despejo, por falta de coragem de por na rua uma senhora com quatro crianças, até que a felizarda ganhara um prêmio na loteria e conseguira quitar a dívida com o agente financeiro. Esta pelo menos teve final feliz. (Fonte: www.aojes.org.br)

 

 


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